Reportagem realizada pela TV UCPEL no dia 12 de setembro de 2014 na feira livre da Rua Alberto Rosa em Pelotas-RS.
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sábado, 15 de novembro de 2014
sábado, 5 de julho de 2014
TCC de Tatiana Duarte
O caminho deste dia especial, as pessoas que passavam por mim na rua estavam diferentes, mas na verdade quem estava diferente era eu. Estava passando por uma etapa tão importante da minha vida, a entrega do meu tcc.
Fui atravessada por várias sensações quando estava imprimindo meu trabalho de conclusão de curso, esse dia teve um sabor especial de nervosismo.
Entreguei meu TCC no dia 03 de julho e toda uma gama de experiências vivenciadas na faculdade por mim e compartilhada aos meus colegas tanto de aula quanto de projetos passaram pelo meu corpo.
Minha pesquisa só foi possível por eu estar com pessoas que me deram força, sem elas eu não teria realizado da mesa forma.
Título do trabalho:
A performance em mim: um estudo metodológico para criação de ato performático partindo da Reperformance
Minha orientadora Alexandra Dias
Outra etapa importante será a banca onde apresentarei meu trabalho, explicando como cheguei as conclusões da minha pesquisa. Convido então para miha Banca de TCC que será na Sala Branca Prédio dos Cursos de Teatro e Dança (Tamandaré, 275) na quinta-feira, dia 17 de julho, às 10:30h.
Post Tatiana Duarte
sábado, 17 de maio de 2014
Desdobramentos do Experimento do Qorpo Santo
A ideia é pegar os desdobramentos do experimento do nosso processo do Qorpo Santo e usar em exposição de arte. Nos colocar como criadores do que estamos pesquisando na trajetória.
1-Nome da obra: "Qorpo Santo"
Pegar as imagens que tiramos nas apresentações do Qorpo e fazermos uma tela de 70cm X 135cm, colocar no photoshop as fotos das pessoas que participaram da intervenção, um sequencia da outra, e com isso usar no primeiro dia Juliano e Joanderson e eu com tablets com imagem que vamos tirar na hora como interferência performática.
Projetor, uma tela, partindo de obras surrealista a projeção continua mostrará a interferência das tecnologias com as obra.
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Sonhos & Saudades do "Olhar do Outro"
Hoje tive um sonho que me deu saudades do espetáculo “Olhar do Outro”. Lembro-me de fragmentos e neste estava viajando em outra cidade, nesta cidade eu não conhecia ninguém, e estava em um bar quando pedi coisas para comer eu não tinha dinheiro para pagar. Foi quando decidi começar a me apresentar ao garçom, comecei com os espasmos até cair no chão e começar a falar o texto que era na língua local: grego. Não sem como falei mas no sonho era muito claro e definido o texto, continuei a sonhar que entrava em uma sala onde tinha vários colares com formatos e cores diferentes, o local era onde ficava os funcionário do bar, me levaram lá depois que eu tinha encenado para eles me dizendo que eu podia dormir e fica por aqui até recuperar minha bolsa.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Mascarás e a construção corporal
Tarefas que realizamos na prática com a mascará:
Post por Tatiana Duarte
-Observar a si e as mascaras sentados;
-Diálogos sentados;
-Troco de mascarás sentados e mudo meu estado;
-Caminhar no espaço Juliano e Joanderson com as mascarás Bobão e Moça delicadinha toda inha;
-Roteiro:
Ocorre a interação entre os dois, até o bobão quer bolinar a moça inha, ficar de olho nela, ela pede para ele contar até 10 estimulando dizendo que vai tirar a roupa, quando chega no 10, quando entra a outra mascará a do irônico, metido.
Entrando a outra mascará triste que conta sobre a tristeza dela, que ela foi levada para o canto e que um homem pediu para ela pegar uma coisa.
O bobão sai de cena entrado a mascará velha que comenta que horror isso.
-Xanda curtiu a musica, Nelson Gonçalves- Hoje quem paga sou eu- interação das mascaras com a dança cada um em um estado;
Post por Tatiana Duarte
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Multiplicando Espaços e Arte
O projeto Boca de Cena assim com o grupo Tatá Dança teatro, esta com novo endereço na rua Andrade Neves, 1149 - Centro - Pelotas - RS, para os encontros criadores. Organizando o espaço que foi cedido pelo projeto de extensão Núcleo de Teatro, que esta sobe nova coordenação do professor Daniel Furtado, nós em parceria e dividindo a casa sobre tudo com muita cumplicidade e criatividade em cena.
Evoéeeee para os novos rumos que os ventos estão nos levando.
Arrumações do espaço
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sexta-feira, 19 de julho de 2013
Experiencias para um ato performático
Estou pesquisando exercícios que estimulem o ator performático criador para meus alunos no Assis Brasil, onde realizo as aulas de estágio II de teatro ufpel.
Venho me debruçando sobre arte e cena e como a performance vem modificando a cena atual, os conceitos e experiencia no ato pode ser transfonadora e enriquecedor ao meio escolar.
Exercícios para o ato performático não brigar com o cotidiano:
dia 1
1- ocupar o menor e o maior espaço com os objeto que estão ex: mochilas, bolsas e jaquetas para não negar o cotidiano;
2- mexer o rosto e acordar o corpo;desenhando com o ombro e reverberando ao corpo sua iniciais;
3- utilizar a técnica do abraço "Pequenas ações terroristas: O Abraço"
4- trocar objetos com os colegas em silencio;
5- dispor esses abjetos pela sala como em uma galeria de arte; depois os colegas vão observar sua própria instalação seguida de textos sobre o que estão vendo.
Nuvens de possibilidades a partir da presença das pessoas;Limites do corpo;
dia 2
1-Aquecer o corpo, voz e a mente;
2- Dançar mexer o corpo;
3- moldar o corpo do outro através de imagens;
4-Jogar vôlei com outros objetos que os alunos vão escolher;
Tirar fotos dos participantes para fazer um mural de tiro ao
alvo; Com me relaciono com minhas imagens?
Como negociamos a passagem na performance?
Como se da a descoberta do corpo através dos objetos?
Frase do Jean Racine " O que é bom em segredo é melhor em Publico"
Estou lendo “O Homem e seus símbolos”, no capítulo "simbolismo nas artes plásticas" escrito pela Dra. Aniela Jaffé. Onde ressaltei esse citação da autora, Kandinsky escreveu em seu famoso ensaio A proposito em arte; “Cada época recebe sua própria dose de liberdade artística, e nem mesmo o mais criador dos gênios consegue transpor as fronteiras desta liberdade”
terça-feira, 25 de junho de 2013
Apresentação do artigo "O Olhar do Outro e A Escuta de Si" no 14° Simpósio da International Brecht Society
O 14° Simpósio da International Brecht Society aconteceu em Porto Alegre em maio de 2013. A apresentação do artigo "Olhar do Outro e a Escuta de Si", autoria de Alexandra Dias, contou com demonstrações realizadas por Lumilan Noda e Tatiana Duarte e com o apoio técnico de Thiago Rodeghiero. O artigo apresenta as relações (eu as chamaria de "pontes") que o trabalho com A Gaivota, do Tchekhov nos fez perceber com nós mesmos durante o processo artístico do Olhar do Outro.
Resumo:
DIAS, Alexandra Gonçalves. O olhar do outro e a escuta de si. Pelotas: Universidade Federal de Pelotas; Professor Assistente. Performer, bailarina, professora.
Concebido a partir de um projeto de pesquisa que estuda os “elementos performativos”, o espetáculo Olhar do Outro, partiu de “A Gaivota” de Anton Tchekhov rumo a uma investigação que analisou possíveis abordagens para as relações entre cena, vídeo e cidade. Neste trajeto, navegou-se nas profundezas de Nina e Trepliov - figuras foco da composição - o que conduziu a uma inevitável reflexão sobre a condição do artista em um processo fundado na presença da proposição performativa autobiográfica. Ao exporem suas próprias questões, os atores envolvidos no trabalho, em conjunto com a diretora, permitiram-se uma aproximação mais íntima com o texto de Tchekhov exercendo a escuta aguçada de si como metodologia. Vibrante e atual, a “A Gaivota” impulsionou o processo autobiográfico gerando uma composição cênica que abarcou os desejos, angústias e imagens de sonhos, trazidos pelo grupo de atores formado por estudantes da UFPel. O espetáculo na rua foi concebido para ocupar a frente do histórico Theatro Sete de Abril na cidade de Pelotas/RS e que se encontra atualmente fechado. As tensões geradas pelo hífen vídeo-teatro-performance-cidade permaneceram presentes, pois através delas foi possível orquestrar as camadas que teceram a dramaturgia. Entretanto não se trata da busca por formas novas, mas, como nos ensina o próprio Trepliov, trata-se de deixar fluir livremente as intensidades que o próprio processo assim nos apresenta.
Palavras-chave: Performatividade: autobiografia: dramaturgia: A Gaivota.
Olhar do Outro é um espetáculo teatral que propõe uma dissolução das camadas entre teatro, performance, vídeo e internet. O trabalho híbrido nasceu dentro do projeto Boca de Cena, tomando forma em setembro de 2012.
Lumilan Noda
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quarta-feira, 5 de junho de 2013
Workshop "As energias corporais e vocais de Arthur Lessac”
O projeto A Namoradeira, aprovado no Edital PROCULTURA terá início dia 08 de Junho com o workshop aberto ao público "As energias corporais e vocais de Arthur Lessac”, ministrado por
Alexandra Dias, que é performer, bailarina e pesquisadora, mestre em Artes Cênicas pela UFRGS e professora do Curso de Dança da UFPEL.
Ainda estão previstos no projeto mais dois workshops com os colaboradores Silvia Wolff e Paulo Guimarães. Os workshops têm como foco, metodologias de criação do movimento e de composições corporais, voltadas à dança! Tem como público-alvo, estudantes e profissionais da dança e das artes cênicas em geral! As vagas são limitadas! As inscrições para o l workshop podem ser realizadas pelo e-mail contatoanamoradeira@gmail.com
O espetáculo de dança A Namoradeira terá ensaios abertos ao público nos meses de julho e agosto e apresentação final em setembro e tem o financiamento do PROCULTURA do Município de Pelotas.
Que dia? 08/06/2012 no Sábado ás 15:00
Onde será? Casarão nº 6 na Praça Coronel Pedro Osório
sexta-feira, 17 de maio de 2013
"Olhar do Outro e a Escuta de Si"
Diretora Alexandra Dias estará apresentando um artigo em POA sobre a pesquisa o "Olhar do Outro e a Escuta de Si" no Simpósio Brecht em 2013, junto com parte do grupo OLHAR O OUTRO, atores Lumilan Noda e Tatiana Duarte o técnico Thiago Rodeghiero também compõem o artigo criando videos para apresentação.
A criação do espetáculo "Olhar do Outro" se deu em parte com a diretora em gestação, e no dia da estéria do trabalho, que foi em frente ao Teatro Sete de Abril - Pelotas - RS que estava fechado há 3 anos, Alexandra deu a luz na quela noite da estréia. O bebê que desde a barriga já estava em contato com o teatro, em ensaios escutando nossa voz, corpos e processo criativo.
Post por Tatiana Duarte
DIAS, Alexandra Gonçalves. O olhar do outro e a escuta de si. Pelotas: Universidade Federal de Pelotas; Professor Assistente. Performer, bailarina, professora.
Concebido a partir de um projeto de pesquisa que estuda os “elementos performativos”, o espetáculo Olhar do Outro, partiu de “A Gaivota” de Anton Tchekhov rumo a uma investigação que analisou possíveis abordagens para as relações entre cena, vídeo e cidade. Neste trajeto, navegou-se nas profundezas de Nina e Trepliov - figuras foco da composição - o que conduziu a uma inevitável reflexão sobre a condição do artista em um processo fundado na presença da proposição performativa autobiográfica. Ao exporem suas próprias questões, os atores envolvidos no trabalho, em conjunto com a diretora, permitiram-se uma aproximação mais íntima com o texto de Tchekhov exercendo a escuta aguçada de si como metodologia. Vibrante e atual, a “A Gaivota” impulsionou o processo autobiográfico gerando uma composição cênica que abarcou os desejos, angústias e imagens de sonhos, trazidos pelo grupo de atores formado por estudantes da UFPel. O espetáculo na rua foi concebido para ocupar a frente do histórico Theatro Sete de Abril na cidade de Pelotas/RS e que se encontra atualmente fechado. As tensões geradas pelo hífen vídeo-teatro-performance-cidade permaneceram presentes, pois através delas foi possível orquestrar as camadas que teceram a dramaturgia. Entretanto não se trata da busca por formas novas, mas, como nos ensina o próprio Trepliov, trata-se de deixar fluir livremente as intensidades que o próprio processo assim nos apresenta.
Palavras-chave: Performatividade: autobiografia: dramaturgia: A Gaivota.
A criação do espetáculo "Olhar do Outro" se deu em parte com a diretora em gestação, e no dia da estéria do trabalho, que foi em frente ao Teatro Sete de Abril - Pelotas - RS que estava fechado há 3 anos, Alexandra deu a luz na quela noite da estréia. O bebê que desde a barriga já estava em contato com o teatro, em ensaios escutando nossa voz, corpos e processo criativo.
terça-feira, 5 de março de 2013
Espetáculo "Olhar do Outro" selecionado para o 5° Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre!
O Olhar do Outro está entre os 19 grupos que se utilizarão dos espaços públicos da capital gaúcha como cenário no 5º Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre, que acontecerá em abril. O grupo participará juntamente com companhias vindas da França e Espanha e também dos estados de São Paulo, Santa Catarina, Ceará e Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Do espetáculo teatral atualmente fazem parte 6 integrantes do Projeto Boca de Cena (divididos entre elenco, equipe técnica e produção) além da diretora Alexandra Dias. O projeto Olhar do Outro está super feliz em participar deste evento.
Sobre a peça
Em cena, envolvidos pela atmosfera sensível e simbólica de “A Gaivota” há quatro atores que passam a revelar suas identificações com os personagens do livro de Tchekhov. Ao exporem suas próprias questões, os atores envolvidos neste trabalho permitem-se uma aproximação mais íntima com o texto. Desta forma, durante a peça há evidentes transições entre atores e personagens. Embora a dramaturgia traga para as cenas questões inerente à atividade do artista e, de certa forma, conduza o público à reflexão do que é ser ou “querer tornar-se” ator, ela ainda apresenta uma relação profunda entre as frustrações dos personagens de “A Gaivota” com as sutilezas emocionais que também fazem parte da realidade e do cotidiano dos atores envolvidos. Em “Olhar do Outro”, simbolicamente sonhos se apresentam através de projeções que revelam o sensível do artista.
Ficha técnica:
Direção: Alexandra Dias; Elenco: Ana Laura Barros Paiva, Juliano Bohn Gass, Lumilan Noda e Tatiana Duarte; Dramaturgia: O grupo a partir de “A Gaivota” de Anton Tchekhov, de Rubens Figueiredo e de “Os Filhos de Kennedy” de Robert Patrick; Concepção e operação de luz: Tatiana Sato; Cenário: Alexandra Dias; Figurino: O grupo e Larissa Martins; Costureira: Larissa Martins; Trilha sonora original e Vídeos: Thiago Rodeghiero.
Sobre a criação
"O projeto Olhar do Outro foi concebido como um trabalho de pesquisa que partiu de “A Gaivota” de Anton Tchekhov rumo a uma investigação de caráter interdisciplinar, buscando uma possível abordagem para a relação cena, cidade e vídeo-projeção. Neste trajeto, navegamos nas profundezas de Nina, Trepliov e Arkádina – figuras foco desta composição – o que nos conduziu a uma inevitável reflexão sobre a condição do artista."
"O espetáculo “Olhar do Outro” busca estabelecer a reflexão sobre aspectos interdisciplinares da criação em arte. Visa, portanto, problematizar o desejo das artes contemporâneas em diluir suas fronteiras. Desta forma, trata-se de uma proposta que foi gerada a partir de uma pesquisa interdisciplinar onde se pretendeu estudar as conexões entre o fazer teatral e o vídeo como suporte."
Confira a lista dos grupos selecionados:
5º Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre
Post por Lumilan Noda
domingo, 3 de março de 2013
Performance na Casa da Alice II
Estou pesquisando, dentro do projeto "Olhar do Outro", a arte da performance. Eu Tatiana Duarte junto com Lumilan Noda iremos apresentar uma performance que está em processo. E vamos apresentar terça no evento CASA DA ALICE II, na Andrade Neves às 19h.
Dois atores-performers, Lumilan Noda e Tatiana Duarte, pesquisadores sobre o desconforto e o risco para a cena. Nesta performance um dos atos que sugere o desconforto para nós está em falar sem parar de falar, ação que veio de uma catarse de cura. Ela foi inspirada num processo aonde fomos condicionados a falar, mesmo sem vontade ou mesmo sem qualquer conteúdo. Vamos propor uma junção destas duas formas de desconforto e risco para realizar a nossa ação.
Com uma fixação da Tatiana por tecidos/panos, vimos um vídeo da performer Yokoo, onde ela deixa que os espectadores contem suas roupas. Ficamos intrigados em investigar até que ponto deixamos que a matéria se vá, pensamos nisto e queremos experimentar essas relações no corpo e na roupa como matéria, aonde vamos cortar um a roupa do outro.
Outras referências:
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Novidades para 2013 sobre Boca de Cena
O projeto Boca de Cena tem muitas novidades para 2013, dentre elas estão 10 apresentações do espetáculo “Olhar do Outro” em escolas do ensino médio. Junto a isso, vamos ministrar oficinas sobre vídeo e cena. Também vamos criar um novo “espetáculo”. Este ano de 2013 promete, com muita pesquisa e comprometimento de trabalho do grupo. A Alexandra Dias volta da licença em maio cheia de novidades e com vontade de nos intrigar com novas formas de pensar e atuar.
Frase de Feranada e de Gerald Thomas "O espetáculo começa ser trabalho a partir da estreia"
Post por Tatiana Duarte
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Teaser doc "Por Trás do Olhar"
Mais um teaser do processo que está quase pronto, o documentário do "Olhar do Outro". O diretor deste, Thiago Heinemann Rodeghiero, está fazendo alguns teasers para deixar o pessoal curioso sobre o resultado. Ficamos esperando o dia da mostra.
O projeto “Olhar do Outro – intervenções cênicas na cidade” tem tanto um caráter artístico quanto formativo, com intuito principal de explorar procedimentos interdisciplinares na criação da cena.
Post por Tatiana Duarte
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Por Trás do Olhar
O documentário que estava em processo de pesquisa, está agora em sua fase de montagem final. Esse teaser é só para dar um gostinho de como vai ficar.
Esse olhar sensível ao qual Thiago Rodeghiero está tendo em transpor todo nosso processo de experiência na nossa pesquisa com o projeto Olhar do Outro.
Logo iremos divulgar onde vai ser a mostra do documentário. Aguardem!
Post por Tatiana Duarte
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Vídeos da Oficina Corpos Projetados
A equipe do espetáculo "Olhar do Outro" - espetáculo teatral que é dirigido por Alexandra Dias e baseado no texto "A Gaivota" de Anton Tchekov - ministrou gratuitamente a oficina "Corpos Projetados", que aconteceu nos dias 12, 13 e 14 de outubro de 2012 no espaço DCE-UFPel, através do Procultura de Pelotas.
A oficina, fruto da pesquisa do grupo para montagem do espetáculo, foi ministrada pelos atores Ana Laura Barros Paiva, Lumilan Noda e Tatiana Duarte com apoio técnico de Thiago Rodeghiero e abordou a relação de aproximação entre teatro e vídeo, um dos elementos-foco na composição e estudo do grupo.projetoolhardooutro.blogspot.com
Post por Tatiana Duarte
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Espetáculo "Olhar do Outro" Recebe Crítica Teatral
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| Foto de divulgação do espetáculo Olhar do Outro |
"Hibridismo, ousadia e arte tendo o teatro como cenário e contexto"
Por Vagner Vargas
No dia 14 de setembro de 2012, os atores Ana Laura Barros Paiva, Lumilan Noda, Tai Fernandes e Tatiana Duarte, apresentaram o espetáculo “Olhar do Outro” em frente ao Theatro Sete de Abril. Já que o único teatro público da cidade de Pelotas está fechado, o grupo aproveitou a oportunidade para levar o seu trabalho para a rua, utilizando a fachada do prédio como seu cenário e o fazer artístico como mote de suas discussões.
Tendo o texto “A Gaivota”, de Anton Tchekhov, como referencial inicial de pesquisa, a diretora Alexandra Dias nos propõe um espetáculo que dialoga com outras linguagens artísticas, rompendo com as barreiras limitantes entre as diversas artes. Além do texto do escritor russo, o grupo utilizou textos de Rubens Figueiredo e Robert Patrick para compor a dramaturgia do espetáculo. Além disso, a história era costurada por momentos, relatos e vivências pessoais de cada ator, dialogando com as passagens textuais dessas obras literárias, com o intuito de refletirem sobre o fazer teatral e a condição do artista no mundo contemporâneo.
Com um caráter de intervenção cênica no espaço público da cidade, o grupo propõe aos espectadores, além de outras abordagens, a discussão sobre qual o papel e o lugar do ator na sociedade. Essas reflexões acabavam sendo potencializadas pelo fato de estarmos assistindo a todos esses fatos, tendo como cenário de fundo um belo teatro, construído no século XIX, que hoje permanece fechado e representando o descaso que as artes cênicas sofrem nas políticas atuais.
O trabalho que os atores tiveram em se expor da maneira corajosa como fizeram, desvelando suas fraquezas pessoais, propiciou aos espectadores uma aproximação de histórias de vida que se identificam com os conflitos dos personagens literários. Esse tipo de diálogo entre ficção e realidade, relatos pessoais e textos dramatúrgicos vem sendo utilizado em diversos trabalhos artísticos que desejam desassossegar o espectador do seu olhar viciado nas estruturas formais e tradicionais das artes. Essas propostas além de oferecem ao público uma relação mais próxima com o contexto representado, lhe fomentam uma percepção diferenciada, um outro modo de encarar e se relacionar com os mais diversos tipos de situações que acontecem a sua volta.
Nesse sentido, muitas vezes um espetáculo não precisa de palavras e expressões textuais, uma vez que suas imagens podem dar vazão a uma série de abordagens e os artistas não necessitam delimitá-las dentro de um contexto definido. Por esse motivo, a opção pode ser pela exposição dessas imagens e deixá-las para que o público vá compondo os espaços lacunares, conforme é tocado naquele momento.
Sendo assim, o trabalho em questão nos expôs uma série de imagens lindas, não apenas nas projeções, mas também na movimentação dos atores e na maneira como eles se relacionavam com todos os signos que estavam ali sendo expostos. Desse modo, não posso deixar de elogiar a maneira como o grupo se apropriou e re-significou alguns quadros surrealistas, do pintor belga René Magritte, brindando a plateia com outras possibilidades de leituras daquelas obras e do peso que essas imagens imprimiam no contexto do espetáculo.
O figurino elaborado por Larissa Martins vinha muito ao encontro do contexto da peça do dramaturgo russo. Mas, além disso, os trajes extremamente belos, elegantes e bem acabados já nos chamavam a atenção no início do espetáculo quando os atores vinham chegando à esplanada em frente ao teatro. Nesse momento, poderíamos traçar relações sobre a tradição histórica que a população dessa cidade tinha em se vestir bem para ir ao teatro durante o século XIX e início do século XX. Porém, agora, essas pessoas disporiam apenas do espaço ao ar livre para apreciar o espetáculo. Apesar dessa relação textual e da percepção crítica sobre a situação, os figurinos também dialogavam com as obras do artista belga utilizado como referência e estavam extremamente adaptados à funcionalidade cênica de que havia necessidade.
A trilha sonora original e os vídeos de Thiago Rodeghiero compunham um ambiente no qual, ao mesmo tempo em que intervinham na paisagem urbana com as projeções, traziam o foco cênico para as discussões que os atores estavam propondo. A polifonia de informações da performance era sublinhada e ressaltada pelas projeções muito pertinentes que ajudavam a ampliar o leque de leitura das imagens apresentadas. Além disso, o crédito e êxito das projeções também se devem ao fato de fugirem do lugar comum e simplista que vemos em algumas peças de teatro. A utilização de filmagem e projeção ao vivo também foi muito interessante para os espectadores observarem o diálogo entre duas linguagens, enquanto a atriz Tatiana Duarte apresentava um dos textos mais lindos e difíceis de “A Gaivota”.
A maquiagem utilizada pelo grupo foi muito adequada ao contexto da concepção de encenação e à luminosidade que teriam nessa apresentação na rua. A iluminação de Juliano Bonh Gass fez mágica e mostrou muita criatividade para adaptar os recursos técnicos para um local ao ar livre que não dispõe de estrutura técnica para apresentações teatrais à noite. Nesse sentido, todos os recursos foram muito bem utilizados colaborando para a ambientação e contexto cênico.
O elenco inteiro está de parabéns pelas suas atuações. Mesmo sendo atores tão jovens, trabalhando em um espetáculo em que a performance se direciona à multiplicidade de imagens que compõem à plasticidade cênica, conseguiram trazer seus universos pessoais para a identificação dos conflitos das personagens daquelas histórias. Além disso, apesar das adversidades, os atores conseguiram segurar o espetáculo, mesmo sofrendo interferências desagradáveis de delinquentes que tentaram prejudicar a apresentação.
Mais uma vez, sou obrigado a falar da falta de educação de algumas pessoas em relação aos espetáculos que são apresentados em Pelotas. Nesse caso, por ser uma performance ao ar livre, os artistas já sabem que estarão expostos a quaisquer adversidades que possam vir a acontecer. Entretanto, isso não justifica que algumas pessoas se julguem donas do espaço público e se outorguem o direito de agredirem não apenas quem está se apresentando, como também quem está assistindo àquela obra.
O fato em questão se refere a mais de uma dúzia de jovens que estavam naquele local e não queriam permitir que houvesse uma apresentação teatral naquele espaço, pois desejavam utilizá-lo para dançar e cantar rap e hip hop. Em primeiro lugar, a Praça Cel. Pedro Osório é um espaço imenso e essas pessoas poderiam ter ido se expressar em outro ponto da praça, uma vez que o grupo de atores possuía liberação da prefeitura para apresentar o espetáculo naquele local, ou, simplesmente, se sentarem e apreciarem o evento. Além disso, a quantidade de bebidas alcoólicas que aqueles jovens faziam questão de mostrar que estavam ingerindo, não nos ilustrava que o seu intuito era apenas de expressar as suas músicas.
Não foram poucas as vezes que eles gritaram e tentaram atrapalhar a encenação, dizendo que queriam rap e se utilizavam do fato desse tipo de expressão estar associada às pessoas de classe social menos favorecida para tentarem intimidar a plateia a não reclamar. Acredito que seja muito fácil e cômodo se colocar no lugar e no papel de injustiçado quando não se respeita o espaço dos outros. Pela quantidade de bebidas alcoólicas que passavam de mão em mão e as dimensões espaciais da praça, também não acredito que aqueles jovens estivessem apenas com o intuito de se relacionarem com a arte. Antes de tudo, se desejam ter o seu espaço, precisam saber respeitar o olhar do outro em querer desfrutar de outras expressões artísticas.
Apesar de a plateia ter presenteado esses jovens com a indiferença, para que pudessem assistir ao espetáculo, financiado pelo poder público, acredito que os espectadores pelotenses não possam continuar sendo expostos a esse tipo de situação nas apresentações ao ar livre. Sendo assim, saliento o meu protesto quanto à ausência de guardas municipais e/ou da brigada militar durante o evento.
Essa interferência foi tirada de letra pelo grupo de artistas e acabou se tornando apenas mais um ruído desagradável que vinha de fora do ambiente cênico. Mas, em nada afetaram à qualidade do trabalho que ali foi apresentado.
Portanto, considero que a proposta trazida em “Olhar do Outro” seja de grande valia para as discussões do papel dos atores na nossa cidade e da maneira como as políticas culturais não vêem tendo a devida importância nesse município. Nesse sentido, espero que o grupo ainda possa apresentar esse espetáculo, de maneira segura, em outras ocasiões para que mais pessoas possam ter contato com esse diálogo híbrido entre as artes.
Fonte: CCETP
DRT – Ator – 6606 – Crítico Teatral.
vagnervarg@yahoo.com.br
Postado por Lumilan Noda
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Experimentos surreais
A partir da obra de René Magritte, sugerido por nossa orientadora,
começamos nossos estudos surreais. Tivemos algumas ideias de interação no espaço para que possamos transpô-las para vídeo-arte.
começamos nossos estudos surreais. Tivemos algumas ideias de interação no espaço para que possamos transpô-las para vídeo-arte.
Esse primeiro vídeo está sem cortes, sem edições, sem trilha sonora. Utilizamos os ruídos naturais e coreografamos de forma improvisada.
Contamos com a coordenação de Alexandra Dias e Daniela Aquino.
Confiram no blog nossas próximas experimentações!
Essas imagens nos sugerem tipos de máscaras a serem exploradas e também passagens surreais, ou seja, passagens que possamos entrar em uma porta e sair em um terceiro espaço. A imagem da esquerda, sugeriu-me o nome do nosso trabalho (que filmaremos hoje): "Passagens Translúcidas".
Postado por Tai Fernandes
domingo, 25 de setembro de 2011
Pesquisando TCC
Estava procurando material para pesquisa de TCC, quando achei o artigo, Performance: Movimentos, da coordenadora do projeto, Alexandra Gonçalves Dias. O artigo é bem interessante, ainda estou lendo, recomendo a leitura, o ator coletor de informação, tem que se munir de vários objetos de pesquisa para uma formação de conteúdo bacana.
...Como as questões de interdisciplinaridade são inerentes a minha pesquisa, principalmente na utilização dos conceitos cinematográficos como referência e inspiração, adicionei ao cabeçalho da página deste artigo, a estrutura mecânica básica desta tecnologia. Pode-se utilizar então as imagens como um filme ou como um flip-book, onde se pode visualizar rusticamente a matriz que venho desenvolvendo. Assim, preferi lançar mão da tecnologia da imagem seqüencial, ao invés de descrever o movimento com palavras (tentando imprimir sensações, metáforas e impressões). No entanto, não se deve tratar esta aplicação como um atalho ou como uma tradução mais fiel do que as palavras poderiam imprimir ao meu movimento, penso apenas que, como artista, posso fazer esta opção e talvez suscitar no leitor a ação de folhar o canto direito ou até, quem sabe, de rearranjar a seqüência proposta. Podemos encarar isto como minha proposta de cruzamento entre linguagens dentro de um texto acadêmico...
Postado por Tatiana Duarte
domingo, 26 de junho de 2011
Impressões da Casa da Alice
"Casa da Alice" foi um evento proposto pelos professores: Alexandra Dias, do curso de dança e Chico Machado, do curso de artes. Me estimularam à reflexão as artes da performance e o fato de que tanto o ator quanto o bailarino são estimulados por sentimentos internos e externos, provenientes da cena e de si próprios, para criar ou fazer uma ação. Uma das coisas que gostei foi a relações com o urbano, o que me chamou mais a atenção. Porque acho que os trabalhos acadêmicos têm que sair das salas e irem para as ruas, trazendo uma troca de conhecimentos e agregando com isso mais autonomia e confiança para os atores, artistas e dançarinos na performance.
Postado por Tatiana Duarte
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