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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Experiencias para um ato performático

Estou pesquisando exercícios que estimulem o ator performático criador para meus alunos no Assis Brasil, onde realizo as aulas de estágio II de teatro ufpel.
Venho me debruçando sobre arte e cena e como a performance vem modificando a cena atual, os conceitos e experiencia no ato pode ser transfonadora e enriquecedor ao meio escolar.

Exercícios para o ato performático não brigar com o cotidiano:

dia 1

1- ocupar o menor e o maior espaço com os objeto que estão ex: mochilas, bolsas e jaquetas para não negar o cotidiano;

2- mexer o rosto e acordar o corpo;desenhando com o ombro e reverberando ao corpo sua iniciais;

3- utilizar a técnica do abraço "Pequenas ações terroristas: O Abraço"


4- trocar objetos com os colegas em silencio;

5- dispor esses abjetos pela sala como em uma galeria de arte; depois os colegas vão observar sua própria instalação seguida de textos sobre o que estão vendo.

Nuvens de possibilidades a partir da presença das pessoas;Limites do corpo;

dia 2

1-Aquecer o corpo, voz e a mente;

2- Dançar mexer o corpo;
3- moldar o corpo do outro através de imagens;

4-Jogar vôlei com outros objetos que os alunos vão escolher;

Tirar fotos dos participantes para fazer um mural de tiro ao
alvo; Com me relaciono com minhas imagens?



Como negociamos a passagem na performance?
Como se da a descoberta do corpo através dos objetos?

Frase do Jean Racine " O que é bom em segredo é melhor em Publico"

Estou lendo “O Homem e seus símbolos”, no capítulo "simbolismo nas artes plásticas" escrito pela Dra. Aniela Jaffé. Onde ressaltei esse citação da autora, Kandinsky escreveu em seu famoso ensaio A proposito em arte; “Cada época recebe sua própria dose de liberdade artística, e nem mesmo o mais criador dos gênios consegue transpor as fronteiras desta liberdade”

quinta-feira, 7 de março de 2013

Voz e Matéria



Em processo seguimos pesquisando e nos jogando sobre o trabalho do ator-performer. Desde dezembro de 2012 estamos nos encontrando e experimentando a performance como método de criação artística,  partindo de um esquema de encontros e muitas conversas, até que chegamos na performance "Voz e Matéria". Realizamos um vídeo para dar suporte sobre a pesquisa e até usar ele em cena.


 A fala nos veio como catarse de cura, cortar a roupa é a retirada das camadas, que são simbolizadas pela matéria, a própria roupa, objeto que utilizamos para momentos especiais que neste caso foi a performance.
No dia da performance eu optei por transformar o dia, como me organizo no meu cotidiano. Tomei um bom banho e coloquei meu figurino para esperar o Lumilan, com quem ia dividir a cena na rua, e juntos íamos aquecer mente e corpo. A própria roupa dava um modo diferente de me comportar, pois era um vestido longo de festa, não estou acostumada a vestir esse tipo de roupa, sempre uso roupas leves e confortáveis e senti que minha postura mudou pela modelagem do vestido.
Quando Lumilan chegou, colocou a roupa da performance e trocamos nervosismo e conversamos muito, alongamos o corpo, mexemos as articulações e a voz também foi aquecida. Depois um arrumou a roupa do outro e falamos por 7 minutos, dançamos sem compromisso de que ficasse lindo, deixamos o corpo solto, e rimos bastante.