Em minhas férias participei de um curso de vídeo e edição, foi uma semana que supostamente já estava de descanso, realizei toda a carga de trabalhos do curso, meu vídeo final foi a compilação da apresentação da peça que dirigi, "Assinatura de Contrato", o vídeo foi mostrado junto com os trabalhos de outros colegas de curso no último dia.
Então eu esta finalmente livre para as férias, levei comigo o livro da “A Gaivota", de Anton Tchekhov” (recomendo a leitura, é muito emocionante), e “O Teatro e seu Duplo" de Antonin Artaud”. Fiz um planejamento de ler, escrever, entre outras atividades, para ter criação de novos trabalhos.
Fiquei muito gripada e nem conseguia ler. Parecia que era para me desligar de tudo mesmo e só assim fiquei acompanhada pela A gaivota, que voava sobre minha cama, e o teatro da crueldade e suas inflamações me acompanhado na doença não esqueço também de seu gritos pela casa. Já que estava impedida de realizar outras atividades, refletir sobre o curso de teatro, minhas experiência e o quanto estou crescendo. Minhas produções de criação e organicidade mental de colocar e pratica os trabalhos pensados.
Mesmo descansando meu corpo, consegui assim produzir. Não me aguentei, criei e coloquei alguns projetos na pratica e no papel, e isso é de uma importância muito grande para mim, a minha organização acadêmica. Quero me desenvolver como atriz, pesquisadora de teatro e artisticamente. No momento que fiquei doente, fez com que minha percepção sobre as coisas aumentasse e percebendo o que me rodeia filtrando o que realmente quero. Uma pausa da mente é sempre uma forma de crescimento interno, e uma auto avaliação para si mesmo.
