quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Experimentalismo visual

Aí está um vídeo nosso sobre experimentalismo visual. Esperamos que gostem!


É só relaxar e...

Estar no projeto BOCA DE CENA está sendo bem trabalhoso, porém bem divertido. Digo bem trabalhoso pois, para uma pessoa como eu, nada acostumada a mexer em aparelhos eletrônicos, fica confuso lidar com tantos cliks e botões. Sei mexer no básico do básico no computador, então, quando me vi tendo que editar, colocar coisas, tirar coisas, modificar algo... fiquei em choque.Mas depois que comecei, me deixei levar pela curiosidade e as dicas do Thiago me ajudaram com a questão do erro, “Não ter medo de errar!!!
 Aproveitar o projeto como processo, experimento. Esse é o momento!”. Essas frases soaram como um suspiro de alívio e a partir daí, tudo ficou mais fácil e prazeroso. Outro fator que ajudou muito foi a parceria, porque, assim como eu, a Tati e o Lumilan estão começando, “pegando o jeito” e aprendendo a lidar com multimídia. Como todos estão no mesmo processo, ninguém sabe mais do que ninguém a ponto de ficar de “saco cheio” pela demora de aprendizado do outro.
Creio que esse processo me ajudará em projetos futuros e com trabalhos próprios. Sem falar que são outras possibilidades de aprendizado que o projeto BOCA DE CENA está me oferecendo sem que eu precise sair do “mundo teatral”.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

O erro também faz parte do aprendizado

Um dos meus objetivos de pesquisa de atriz é me voltar para o experimentalismo multimídia e as possibilidades que este pode trazer para a minha pesquisa. No projeto BOCA DE CENA nós capturamos, editamos, entrevistamos, criamos, experimentamos e manipulamos diversos tipos de mídias.
Um dos objetivos do projeto é a possibilidade de aprendermos a documentar, e com isso vou poder documentar meus trabalhos também, tendo um grande registro dos meus trabalhor por menor que ele seja, e com isso me alto analizar. Posso também usar essas mídias como elemento expressivo do meu trabalho, realizando um grande laboratório sobre essas novas possibilidades. Temos que experimentar mesmo que seja difícil. No meu caso, por exemplo, percebi que ficava mais inibida na frente das câmeras. Com isso fiz uma auto avaliação do porque deste receio. Então cheguei à seguinte conclusão: quando errava perante a câmera sabia que o trabalho ficaria registrado e isso me incomodava, mas o pior é que, quanto mais ficava preocupada com essa auto crítica, mais eu errava. Com isso decidi relaxar e não ser tão rígida comigo, posso e devo errar, o erro faz parte de um bom aprendizado.

Experimentando, experienciando... aprendendo.



   
Que função legal, pessoal! Tem sido um trabalho divertido, rico e dinâmico.
   Estive aprendendo algumas noções básicas e já pude perceber o quão infinitas são as possibilidades. O processo tem me possibilitado um tipo de percepção na qual eu possa me escutar, observar, e autoavaliar; sim, através das filmagens mesmo: questões como projeção de voz e expressões podem ser exploradas agora de uma forma diferente. Na medida em que nós nos gravamos, eu vou tomando consciência de como me portar diante de uma câmera, mas sem muita cobrança, é claro, experimentando sem receios e, se errar, errou, é vídeo, dá pra apagar e fazer de novo (ao contrário do teatro que é efêmero).
   As reuniões do projeto têm sido como "brainstorming", onde uma pitada de cada um vai se transformando numa fusão coletiva de ideias criativas, embora tenhamos tido só dois encontros semanais (mas que por sinal têm rendido bastante).
   O primeiro programa já está fechado e aberto para visualizações, comentários e participações! Que venham os próximos!